sexta-feira, novembro 16

Ao Fim

Ao fim são muito poucas as palavras
que nos doem a sério e muito poucas
as que conseguem alegrar a alma.
São também muito poucas as pessoas
que tocam o nosso coração e menos
ainda as que o tocam muito tempo.
E ao fim são pouquíssimas as coisas
que em nossa vida a sério nos importam:
poder amar alguém, sermos amados
e não morrer depois dos nossos filhos.

Amalia Bautista

16 Comments:

Blogger Blogogamico said...

Adorei...

Ao fim na verdade ou crescemos com elas, e os valores são outros ou o cale da vida por si só faz com que as coisas já não tenham a mesma magia.

"Pois já poucas são as lágrimas que me fazem sentir que choro."

5:18 da tarde  
Blogger mariazinha said...

Já conhecia esse poema de Amalia Bautista. É soberbo.
Bom fim de semana!
*

6:00 da tarde  
Blogger Klatuu o embuçado said...

Belo poema, de uma senhora madrilena de que conheço pouco a obra.

P. S. Responderei ao que perguntaste... tenho recomendações de leitura... assim que tiver tempo.

2:08 da manhã  
Blogger AQUILES said...

Ao fim e ao cabo.

12:58 da tarde  
Blogger andorinha said...

Blogogamico,
Bem-vindo!
É belo o poema, diz-me muito.

Mariazinha,
É soberbo, sim.
Bom fds.

Klatuu,
:)
Seja bem aparecido!...

Combinado...quando tiveres tempo.
Beijo*

Aquiles,
:)))

6:45 da tarde  
Blogger Sirk said...

"Ao fim" de alguns dias lá tive eu de passar a "batata quente", convenhamos que, com o frio que se faz sentir, até convida, né? ;)

Andorinha,
vai, por favor e se te apetecer, ao meu blog e lê o desafio que te lancei.


Jinhus e boa semana.

11:13 da tarde  
Blogger Blogogamico said...

Obrigado pelas boas vindas.

Não conhecia o poema, mas agora que o conheço e sinto o poder das suas palavras, também me é importante, também me toca para lá da carne.

6:24 da manhã  
Blogger Ricky Malfoy said...

Não conhecia o poema mas gostei bastante.

Fico orgulhoso que os meu textos tenham servido para alguma coisa, para ajudar a levantar alguem que precisa, pois qual seria a utilidade dos erros se nao pudessemos aprender com eles e ajudar o proximo tb com estes?

Obrigado pelos comentario e pelos elogios.

3:33 da manhã  
Blogger andorinha said...

Sirk,
Já li e já te respondi lá, cachopa.
Não gosto de "batatas quentes", só de castanhas:)))
Jinhos

Blogogamico,
Eu acho este poema soberbo!
Aparece sempre que queiras.
Os amigos nunca são de mais...

Ricky,

Miúdo, tu por aqui???:)))
Não estava à espera e quando não se está à espera as surpresas são ainda melhores.
Leste o meu desabafo?
Há dias assim, mas também já estou habituada porque dá-me a sensação de que vivo a minha vida numa montanha-russa:)

E outra coisa: devo estar a perder o juízo:), porque começo a "gostar" de vocês, ou seja, dos amigos da Frankie.
Como é possível se não vos conheço?
Quando vou ao "Ninharias" sinto-me quase como a preceptora num jardim de infância:))))))))))
Mentira: sinto-me apenas uma pessoa um pouquito mais velha no meio de gente boa.

Fica bem, miúdo, cuida sempre da tua mana.
Eu a ela digo-lhe o mesmo...
Um beijo

P.S. E não te esqueças de me deixar um beijinho para a próxima, então que é isso?

:)))

4:27 da tarde  
Blogger Rosa said...

"Ao fim" soa assim a uma coisa muito sinistra! Não gosto :Þ
Beijinhos, SRa. Doutora Andorinha Esvoaçante.

6:30 da tarde  
Blogger andorinha said...

Rosa,

Tu realmente tens que destoar sempre...tsc..tsc...tsc...
Não gostares de um poema soberbo como este???!!!
A minha alma está parva:)

Beijinhos, Srª Doutora Rosa de Sorrisos aos molhos.

7:13 da tarde  
Blogger Olá!! said...

Se a vida fosse assim seria uma tristeza...
A vida fascina-me, as pessoas, os sentires... a única coisa em que concordo com a autora seria, de facto, não ter a capacidade de amar ou ser amada e partir depois dos meus filhos.
Abraço e bom fim de semana

11:09 da tarde  
Blogger andorinha said...

Olá!

Bem-vinda, Olá.:)

A mim também me fascina a vida, os seres humanos, os sentimentos que nutrimos por aqueles que nos são próximos...se não fosse isso a vida não teria o mesmo sabor.

Aparece sempre que queiras.
Beijinhos e bom fds:)

5:57 da tarde  
Blogger Frankie said...

Pah, Mummy!!!

E eu que vinha aqui dizer que adorei o poema e deixar umas palavrinhas sobre ele e deparo-me com um "Quando vou ao "Ninharias" sinto-me quase como a preceptora num jardim de infância:))))))))))

Ai ai ai :P

Brincadeirinha.

Afinal, acabo por te deixar só um beijinho (ou melhor, um montão deles!)

Gosto muito de ti.
Tu sabes.



PS: Tenho andado um bocado desaparecida porque entre as "preparações" para o congresso e os 3 dias propriamente ditos, muito trabalho ficou por fazer e agora todo o tempo é pouco para recuperar.

11:40 da manhã  
Blogger andorinha said...

Piquinita,

O teu "desaparecimento" é compreensível, sobretudo pela causa que foi.
Tenho muito orgulho em ti, como já te disse.:)

Eu sei...e também gosto muito de ti.

Deixo-te um beijo com muito orgulho e ternura.
:)

7:57 da tarde  
Blogger Frankie said...

:'')

Outro*

8:43 da manhã  

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