terça-feira, abril 26

Afectos

Qual é o preço do afecto e com que moeda devemos pagá-lo? O que é mais duro, uma carícia ou termos de nos esvaziar para a conseguir? Ao longo do tempo, acabamos inevitavelmente por descobrir que algumas moedas pesam muito mais do que o que nos deram em troca delas.
Perder na troca e habituarmo-nos a essa perda será uma lição que teremos que aprender?

5 Comments:

Anonymous Anónimo said...

Bom dia Andorinha
Os afectos são a única coisa em que não há moeda de troca. Damo-nos
porque queremos e quanto mais damos mais recebemos, não porque estejamos à espera mas por empatia.
Por isso cultivo os afectos como um valor com potencialidades inextinguíveis.

Maite

Bom dia para ti

8:15 da manhã  
Blogger AS said...

Andorinha,
Acho que os afectos não seguem a lógica fria de uma contabilidade.

Um beijinho

8:23 da manhã  
Blogger Rosa said...

Andorinha,

o afecto só faz sentido se for dado sem esperar nada em troca. E, não havendo essa expectativa, não há lugar a perdas nem a lições.

:) 'jinhos

3:29 da tarde  
Blogger Carlos said...

Andorinha:
Pela minha parte e porque me conheço bem, trago comigo sempre um saco enorme cheio de afectos para dar.

Nunca pedi para mos retribuirem!

Uns, dão-mos assim: dados!

Outros, parece que querem que os compre!

Ainda há gente boa!
Ainda há gente interceira!

Xi

9:52 da tarde  
Blogger Mitsou said...

Os afectos têm vontade própria. Só assim entendo alguns que me temperam a vida. Beijo grande.

12:20 da manhã  

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